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MAPUTO- Edilidade ensaia sentido unico

INTE e três avenidas da cidade de Maputo vão funcionar com sentido condicionado a breve trecho, no âmbito dos projectos da edilidade visando a acessibilidade e mobilidade do trânsito na urbe. Neste quadro, o primeiro teste será realizado na Estrada Nacional número 4 no próximo domingo e na quarta-feira, dia 9 de Fevereiro.
Maputo, Segunda-Feira, 31 de Janeiro de 2011:: Notícias

Segundo o vereador dos Transportes e Trânsito no Conselho Municipal da Cidade de Maputo, João Matlombe, decorre neste momento o competente estudo, visando a adopção das melhores soluções entre o trânsito condicionado (segue um determinado sentido durante algumas horas) e a experiência de sentido único já adoptada para algumas artérias.

Segundo Jorge Miambo, director-adjunto do INAV e João Matlombe, do CMCM, a opção desenhada para a N4 surge da necessidade de descongestionar a via no período de manhã, em que se estima que perto de cinco mil viaturas estejam a caminho de Maputo, provenientes da Matola. Esta poderá ser a primeira via a funcionar nestes moldes, caso o teste abone positivamente.

Com base na opção que está a ser considerada pelo município, num trabalho conjunto com a TRAC, FEMATRO, TPM e coordenado pelo INAV, a partir da portagem até à Praça 16 de Junho serão usadas três faixas de rodagem (mais uma no sentido contrário, como é actualmente) e daqui todas as faixas da “24 de Julho” terão único sentido, que só será interrompido no cruzamento com a “Alberth Luthuli”.

O tráfego condicionado nestas vias deve durar das seis às nove horas. Se o teste resultar, segundo as nossas fontes, passa-se para uma fase de implementação efectiva numa data a ser anunciada.

Durante o período de vigência do trânsito condicionado os automobilistas devem usar outras vias alternativas para aceder à EN4, como são os casos das avenidas da ONU e do Trabalho. Neste período, apenas uma faixa da N4 estará reservada para o sentido Maputo/Matola, a partir da Praça 16 de Junho.

As autoridades reconhecem que a solução mais viável seria construir estradas, mas agora a cidade está a sofrer uma pressão para a qual não há capacidade, tão já, de corresponder ao ritmo de construção de estradas com o do crescimento do parque automóvel.

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