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Michel Grispos em maus lençóis


 

A chegada de Paulo Ratilal ao Grupo Desportivo de Maputo (GDM) parece não ter agradado a um grupo de adeptos que preferiam outra figura no comando do “team” alvi-negro. Um grupo de adeptos desencadeou um processo de “lavagem de roupa suja” usando os meios judiciais. O grupo acaba de interpor uma acção crime contra...Michel Grispos, um simpatizante de Ratilal e da mesma linha “ideológica” que o actual timoneiro

Os queixosos pretendem saber dos contornos da venda do campo de futebol do GMD, que se concretizou em 2012. Michel Gripos vai ser ouvido pelo Ministério Público na próxima terça-feira, de acordo com fontes de "Carta". A PGR pede-lhe duas coisas: o contrato de compra e venda do campo e o comprovativo do depósito do montante envolvido.

Michel Grispos dirigiu o Desportivo durante 14 anos, entre 2002 e 2015, sensivelmente. Ele falou brevemente à “Carta” nesta noite. Disse que a venda do campo foi precedida de três reuniões da Assembleia Geral do clube, ao longo de vários anos, e foi o conclave quem decidiu, e não ele pessoalmente.

 

O contrato está no Clube, frisou Grispos, podendo cópia ser encontrada na Conservatória do Registo Predial. E o valor envolvido (5 milhões de USD, de acordo com fontes de “Carta”) foi transferido de conta a conta, através do BIM. “Está tudo documentado no clube”, incluindo os saques efectuados e os extractos gerados durante os anos em que o dinheiro foi gasto.  “Carta” sabe que a venda do campo envolveu inicialmente uma entidade a quem o GMD teve que ressarcir, pois a mesma não tinha, alegadamente, levado o negócio a bom porto.

Fonte: A  carta 

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