Avançar para o conteúdo principal

Somali pirates threaten to kill captives from SA

SOMALI pirates, who kidnapped Durban couple Bruno Pelizzari and Deborah Calitz almost a year ago, have threatened to kill them if the US$4-million (R33-million) ransom is not paid soon. In a phone call made to his sister Vera on September 5, Pelizzari said: "I know you are doing everything you can. If they do not get the ransom, they are going to kill us". Vera yesterday said it was the first time that she had spoken to her brother since the kidnapping. "I know he is alive. I heard his voice and I knew it was him," she said. Vera said a pirate named Ali had been calling her weekly. "I explained to him that we are not rich. I told him that it is going to take time to get the money," she said. Desperate to raise the amount, Pelizzari's family have registered a trust, SOS Bru and Deb Trust. "We have been forced to beg for donations. We had to get the NGO certificate and then the stamp and approval of the government so the trust has only been active since Thursday. We have also opened a SMS donation facility. The SMS costs R10 and so far we have received about 200 text messages," Vera said. International relations spokesman Clayson Monyela yesterday said the government has a policy not to pay ransoms therefore the couple's families were dealing with the kidnappers. "There is no real latest on the issue. The people who have taken the couple are speaking to the family because we do not pay ransoms," he said. In the meantime the Pelizzari family are clinging to the hope that the couple may be home by Christmas. "I am hoping but . I know the ransom demand is very high. They won't be released without the ransom paid up," Vera said. Pelizzari and Calitz were aboard a yacht with skipper Peter Eldridge when Somali pirates boarded it on October 26 off the coast of Tanzania. Eldridge refused to leave his vessel, but the couple were forced to go with their captors.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Momade Bachir Sulemane liberto

Ao fim de 38 dias de cativeiro, o empresário Momade Bachir regressou, no passado sábado, ao convívio familiar, no culminar de um sequestro que ainda tem muitos contornos por esclarecer. Era cerca das 12h30 de sábado quando o empresário Momade Bachir Sulemane, que há pouco mais de um mês se tornou um dos sequestrados mais famosos do país, chegou à 18ª esquadra da PRM, na cidade do Maputo, escoltado por agentes da Polícia, alguns uniformizados e outros à paisana, num regresso que, segundo o empresário, não houve pagamento para o) resgate. Em declarações à imprensa que pacientemente aguardou pela sua chegada à 18ª esquadra, Bachir disse que durante os 38 dias em que esteve sequestrado passou por três cativeiros, no distrito da Macia, província de Gaza, sempre sob guarnição de quatro indivíduos, alguns dos quais de nacionalidade sul-africana e zimbabweana. “Além de me maltratar, não me davam alimentação”, disse Bachir a jornalistas, durante o breve contacto na 18ª esquadra, ao c...

Agostinho Vuma presidente da CTA

Agostinho Vuma toma posse hoje, em Maputo, como novo presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) para o triénio 2017-2020, depois de vencer as eleições realizadas ontem, às quais concorreu com suporte da Federação Moçambicana de Empreiteiros. A escolha de Vuma, que sucede a Rogério Manuel no cargo, decorreu durante a XXI Assembleia Geral Ordinária da instituição representativa do sector privado, realizada ontem, na cidade de Maputo, e que tinha como ponto único da agenda, a eleição dos novos órgãos sociais. Para ser eleito, Agostinho Vuma obteve 56 votos, contra 50 do outro candidato, Quessanias Matsombe, proposto pela Federação Moçambicana de Turismo. De referir que participaram no escrutínio 107 eleitores com direito a voto, em representação de igual número de associações empresariais de todo o país, tendo um dos votos sido considerado nulo pela comissão eleitoral. Em declarações à imprensa, momentos após a divulgação dos resultados, o candidato...

Horácio Goncalves afastado dos Mambas

  Horácio Gonçalves já não é seleccionador nacional do Mambas. A ligação entre a Federação Moçambicana de Futebol e o técnico português acontece após o descalabro do combinado nacional contra os Camarões, na etapa de qualificação ao Mundial Qatar 2022, competição na qual Moçambique já não tem hipótese de se apurar para a segunda fase. O enlace durou apenas seis meses. Apresentado em Abril último como novo timoneiro dos Mambas, em substituição de Luís Gonçalves, o técnico português, Horácio Gonçalves chegava aos Mambas hasteando a bandeira da mudança. A vontade era tanta, mas no terreno a realidade foi tão diferente, que os resultados não apareciam. O jornal “O País” contactou a FMF para confirmar a informação, mas sem sucesso. Todavia, uma fonte próxima ao organismo que superintende o futebol moçambicano confirmou o afastamento do técnico português, sem, no entanto, avançar as razões por detrás da decisão. A mesma fonte garantiu que a FMF irá, nos próximos dias, comunicar formalmen...